O GB2 pede faixa branca com três graus. É um critério simples de verificar, mas ele não é o ponto — é só o sinal externo de uma coisa que o professor observa há meses.
O que o programa avançado exige de verdade é que os fundamentos tenham virado reflexo. Não “saber” a raspagem: fazer a raspagem quando a oportunidade aparece, sem precisar pensar. Enquanto cada movimento ainda passa pela cabeça antes de passar pelo corpo, o aluno aproveita mais uma aula de GB1 do que uma de GB2.
Há uma armadilha comum aqui, e ela aparece em todo tatame: o aluno que avança cedo demais passa a treinar sempre em desvantagem, começa a perder para gente que ele acompanhava, e conclui que não leva jeito. O problema nunca foi o jeito. Foi a pressa.
Do outro lado existe a armadilha oposta — o aluno que fica confortável no fundamentos e para de crescer porque nada mais o incomoda. Esse também é trabalho do professor perceber.
É por isso que a decisão não é automática nem por tempo de casa. Se você está na dúvida sobre qual programa te serve hoje, pergunte ao professor no fim da aula. Ele já tem uma opinião formada.
